Voltar

Testemunhos

  • Adultos
  • Pediatria
Ana Sofia, mãe de Leonor

Ana Sofia, mãe de Leonor

8 meses, tumor no rim
Voluntários 6 estrelas

“No inicio, no internamento, o acolhimento não correu muito bem. Sentimo-nos desorientados, perdidos. Valeram-nos os voluntários, que são fantásticos, 6 estrelas, muito humanos, sempre disponíveis, foram muito importantes durante a nossa passagem por lá. No Hospital de Dia, as coisas correm melhor, os profissionais são incansáveis connosco.”

Cristiana, mãe de Sofia

Cristiana, mãe de Sofia

2 anos, leucemia mieloblástica aguda
Caminhada mais leve

“Fomos bem tratadas desde o primeiro dia. Os profissionais do IPO são impecáveis, decididos a fazerem-nos sentir à vontade, preocupados com o bem-estar das crianças e dos pais. Tornam esta caminhada mais leve, o que é muito importante.”

Halyne, mãe de Mafalda

Halyne, mãe de Mafalda

8 anos, ganglioma no olho esquerdo
Pinturas e sorrisos

“Gostamos muito de estar na sala Lions, com a Teresa, professora de Arte Livre: pintar, fazer desenhos, ajuda imenso. A minha filha adora. O apoio é excelente. Sou enfermeira, valorizo muito o trabalho dos enfermeiros, e sei que não seria capaz de fazer este trabalho com crianças. No IPO têm um grande coração, nunca os vi tristes ou de mau humor, têm sempre um sorriso, só nos dão energia positiva. Mais do que profissionais, são parte da família.”

Sara, mãe de Beatriz

Sara, mãe de Beatriz

11 anos, leucemia linfoblástica aguda
Dia a dia positivo

“Estamos a adorar toda a instituição. Sentimo-nos bem acolhidos por um conjunto de pessoas muito profissionais, muito humanas, que nos ajudam a ter um dia-a-dia muito positivo.”

Fernando Spínola

Fernando Spínola

78 , linfoma
Aqui sabem o que é a doença

“O meu pai começou a vir ao IPO há três meses e tem sido muito bem atendido, sobretudo pelo pessoal mais novo. A velha guarda, nem tanto… O pior, mesmo, são os tempos de espera para os exames, os tratamentos. Os mais velhos não têm muita paciência, sobretudo quando estão doentes. Mas tirando isso, o meu pai está encantado com a forma como é atendido, sobretudo na Consulta da Dor – no início não percebeu que estava a ir ao Atendimento Não Programado em vez de ir à Consulta da Dor. Estava desesperado com dores – tem dor crónica – e durante um mês veio ao Atendimento Não Programado sem se aperceber do engano.”
Fernando, pai de Ana: “Tenho sido muito bem atendido, eles são maravilhosos, muito simpáticos, sobretudo as enfermeiras. Comecei a ser tratado noutro hospital, mas é totalmente diferente do IPO – aqui sabem o que é a doença, preocupam-se com a questão da dor, são impecáveis, não sei o que seria de mim sem eles. Se continuasse com aquela dor, matava-me.”

Bebiana

Bebiana

72 anos, tumor na mama
O pior são as horas de espera

“Sou bem tratada, não sei se daria para fazer mais do que fazem. As enfermeiras e os voluntários são uns amores. A médica faz o que pode, o tumor é que é complicado. Só queria que conseguissem curar-me depressa, estou tão farta disto, já lá vão sete anos desde que começou”.
Filha e acompanhante: “Somos bem tratadas, dentro do que é possível. O pior são as horas de espera… mas é tanta gente, a vir de tanto lado. O governo devia tomar medidas, as pessoas estão aqui tanto tempo à espera dos tratamentos, mesmo com hora marcada.”

Pedro Bragança

Pedro Bragança

64 anos, voluntário hospitalar da Liga Portuguesa Contra o Cancro há quatro anos
Ombro amigo

“O que faço aqui todos os dias é entregar o meu ombro a quem precisa de chorar. Os voluntários são o ombro amigo dos que estão doentes, sozinhos e desesperados. Falo pouco e oiço muito. Gosto de me entregar aos outros, de fazer bem. Sinto-me eu quando entro por aquele portão, quando visto esta farda, e quando falo com o primeiro doente – conseguir um sorriso de alguém a quem não apetece sorrir é uma grande alegria.
Sou voluntário em três serviços – um deles é o Lar de Doentes, que apoia muitas pessoas vindas dos PALOP e não tem ninguém em Portugal que os acompanhe. Trabalho também nos Guias, que orientam as pessoas à chegada, nas primeiras vezes ficam perdidas, não sabem onde ficam os sítios, não sabem funcionar com as máquinas. Acompanho-as onde precisam de ir. Também estou no Acolhimento, que é uma espécie de quebra-gelo. Oferecemos chá, café, bolos, chocolate, fazemos companhia às pessoas, que podem ou não querer falar, mas estamos lá com elas.”

Ruben

Ruben

19 anos, sarcoma de Ewing
Levaram-me ao Estádio da Luz

“Ando por aqui há oito anos. Há dias melhores e dias piores. Gostava mais de estar na pediatria, era mais familiar. Nunca vou esquecer a surpresa que me fizeram quando lá estava – falaram com a Terra dos Sonhos e levaram-me ao Estádio da Luz. Eu morava em Abrantes, na altura, e até fui dormir a um hotel».

Mãe e acompanhante:

«O IPO é extraordinário, sobretudo a nível da enfermagem. Já conhecem bem o meu filho, estão sempre na brincadeira com ele. Isto não tem sido fácil, nem para nós, nem para eles. O cancro do Ruben foi diagnosticado na Estefânia, quando ele tinha 11 anos. Deram-lhe seis meses de vida e enviaram-nos para aqui. Fomos acompanhados por uma excelente médica na pediatria, ainda hoje gostamos de ir falar com ela.”

José António Monteiro

José António Monteiro

58 anos, cancro nos intestinos, com metástases
Aqui nem me sinto doente

“Ando em tratamentos desde 2014, e só tenho elogios a fazer ao IPO. O atendimento é espetacular, tenho de dar nota máxima ao instituto. Já estive noutros hospitais, mas nunca vi nada igual. Os profissionais são todos muito simpáticos, muito humanos. Não sei se têm formação específica para serem tão humanos com os doentes, mas a verdade é que são todos, dos médicos ao pessoal auxiliar, da limpeza. É muito importante para a nossa cabeça que estejam sempre de bom humor, que tenham sempre um sorriso – também pode ter a ver com a minha maneira de estar, mas é importante receber o feedback do nosso sorriso. Aqui nem me sinto doente. Vejo pessoas que estão pior do que eu, e que também são contagiadas pela boa disposição. O ambiente é acolhedor, estas poltronas são fantásticas – eu nem chamo a isto quimioterapia, chamo relaxoterapia. Venho aqui como se viesse visitar os amigos.”

Ana Sofia

Ana Sofia

73 anos, Mãe de Leonor, tumor no rim
Muito bem organizado

“Sou tratado aqui há 12 anos, fiz um autotransplante. Esta é a minha segunda casa, só este ano já estive internado um mês. É uma luta, mas não adianta fazer dramas. Há pessoas que ficam desesperadas por estar aqui, mas isto é um dia de cada vez. Passo muito tempo no IPO e não tenho razões de queixa, o atendimento é bom, as enfermeiras impecáveis. Está tudo muito bem organizado, as consultas programadas com horas e sítios, não posso realmente queixar-me.”

Maria Josefina Gomes

Maria Josefina Gomes

75 anos, Mieloma múltiplo
São todos impecáveis

“Só posso dizer o melhor do IPO. Estou há três meses em tratamento, já estive internada, fui muito bem tratada. As pessoas que aqui trabalham são muito atenciosas, muito simpáticas. Não tenho nenhuma razão de queixa, são todos impecáveis comigo.”

José Campos

José Campos

73 anos, Mieloma múltiplo
Muito bem organizado

“Sou tratado aqui há 12 anos, fiz um autotransplante. Esta é a minha segunda casa, só este ano já estive internado um mês. É uma luta, mas não adianta fazer dramas. Há pessoas que ficam desesperadas por estar aqui, mas isto é um dia de cada vez. Passo muito tempo no IPO e não tenho razões de queixa, o atendimento é bom, as enfermeiras impecáveis. Está tudo muito bem organizado, as consultas programadas com horas e sítios, não posso realmente queixar-me.”

Utilizamos cookies para garantir que tem a melhor experiência no nosso site.

Se continuar a usar este site, assumiremos que está de acordo com a utilização de cookies