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Anatomia Patológica

Dr. José Cabeçadas

Diretor

Dra. Paula Cardoso

Técnica coordenadora

Localização

Pavilhão Central, piso 0

E-mail

secretariado_anatomia.patologica@ipolisboa.min-saude.pt

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O Serviço de Anatomia Patológica (SAP) acompanhou a atividade do IPO Lisboa desde a sua génese e tem tido, ao longo do tempo, um papel de relevo no diagnóstico e investigação em oncologia a nível nacional.

Atualmente, o SAP está organizado em tem três áreas de atuação distintas: atividade assistencial (diagnóstico, orientação terapêutica e prevenção da doença oncológica); formação (médica pré e pós-graduada e formação de técnicos de anatomia patológica, citologia e tanatologia) e investigação em oncologia.

 

O SAP presta serviços de diagnóstico anatomopatológico, baseado em citérios de excelência e vanguarda tecnológica e científica, aos serviços clínicos dos IPO Lisboa e a outras instituições de saúde nacionais e estrangeiras.

 

Em Portugal, fomos pioneiros na introdução da citologia aspirativa por agulha fina, participamos em programas de rastreio da doença oncológica e somos centro de referência para a pesquisa das mutações do BRAF, do EGFR e pesquisa de alterações do ERBB2 (por Silver In Situ Hybridization – SISH).

 

O IPO Lisboa tem uma elevada atividade assistencial, pelo que o volume de consultas e de exames anatomopatológicos realizados no serviço é alto. O SAP também participa nas diferentes consultas de grupo multidisciplinar do Instituto e realiza as autópsias a doentes falecidos no IPO Lisboa.
O serviço desenvolve variados projetos de investigação, integrados no projeto do Centro de Investigação do IPO Lisboa em articulação com o Banco de Tecidos e Tumores e participa em ensaios clínicos. Organiza e promove cursos científicos para estudantes e profissionais da área.

 

O ensino pré e pós-graduado é outra marca do SAP. Estamos envolvidos na formação de médicos internos de anatomia patológica e de outras especialidades, recebemos regularmente internos de outros hospitais para estágios de citologia, patologia oncológica, hematopatologia, dermatopatologia, tecidos moles, patologia gastrointestinal e patologia ginecológica.
O SAP também participa ativamente na formação de alunos de medicina e de técnicos de anatomia patológica, citologia e tanatologia, em colaboração com as faculdades de Medicina da Universidade de Lisboa e da Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior e Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa.

 

 

Os nossos laboratórios e serviços

 

O SAP do IPO Lisboa tem três laboratórios – Laboratório de Histopatologia, Laboratório de Citopatologia e Laboratório de Técnicas Especiais -, apetrechados com as mais modernas tecnologias nas áreas da imuno-histoquímica e da biologia molecular, em colaboração Unidade de Investigação em Patologia Molecular.

Laboratório de Histopatologia

 

Responsável: Profª Paula Chaves
Localização: Pavilhão Central, piso 0
E-mail: secretariado_anatomia.patologica@ipolisboa.min-saude.pt
Tel.:217200475

Laboratório de Citopatologia

 

Responsável: Dra. Saudade André
Localização: Pavilhão David Lopes
E-mail: citologia@ipolisboa.min-saude.pt
Tel.:217229831

 

Sala de autópsias: Casa Mortuária

 

Horários:

 

-» Secretariado: 8h00 às 16h00

-» Citologia aspirativa (punção de doentes): 9h00 às 16h00

-» Receção de amostras
. Histologia: 11h00 às 16h00
. Citologia: 9h00 às 17h00

Laboratório de Técnicas Especiais

 

Responsável: Dr. José Cabeçadas
Localização: Pavilhão Central, piso 0
E-mail: secretariado_anatomia.patologica@ipolisboa.min-saude.pt
Tel.:217200475

Perguntas Frequentes

O que faz um anatomopatologista?

 

O anatomopatologista é o médico que examina amostras de tecidos e órgãos com o objetivo de chegar a um diagnóstico morfológico e fornece informação para identificação do prognóstico. Com base no relatório anatomopatológico, conjugado com a história clínica do doente, os médicos tomam as decisões terapêuticas.

 

Sou doente e pretendo obter uma segunda opinião. Como posso requerer as minhas lâminas ou bloco para enviar a outro médico/hospital?

 

Basta que contacte o secretariado do SAP.

 

O que é um Banco de Tecidos e Tumores? Qual a sua finalidade?

 

Um Banco de Tecidos e Tumores, como o que existe no IPO Lisboa, destina-se a colher e armazenar amostras de materiais biológicos, para poderem ser utilizadas em projetos de investigação, a maioria orientados para a compreensão dos processos que conduzem ao aparecimento e evolução das doenças oncológicas.

 

Doar amostras para o Banco de Tecidos e Tumores traz algum risco para a minha privacidade?

 

Não. Existe legislação que regula o funcionamento dos Bancos de Tecidos e Tumores, de acordo com a qual é obrigatório garantir a confidencialidade da informação relativa ao doador.

 

Qual o critério para a utilização de amostras em investigação?

 

O acesso às amostras armazenadas no Banco de Tecidos e Tumores depende da existência de um projeto aprovado pelo Conselho de Investigação, órgão que garante o interesse científico do mesmo e o cumprimento dos princípios éticos relativos à utilização de amostras de seres humanos existentes na legislação portuguesa.

 

O que é a «pesquisa translacional»?

 

Do inglês translational research, significa fazer investigação tendo em vista o desenvolvimento de novos medicamentos, tratamentos e métodos de diagnóstico que possam ser usados em benefício dos doentes.

 

O que é uma biópsia?

 

Consiste na colheita de células ou fragmentos de tecido que possam ser analisados para se chegar a um diagnóstico.
As biópsias podem ser incisionais (quando só retiram parte da lesão) ou excisionais (quando é retirada toda a lesão, pelo que funcionam simultaneamente como diagnóstico e terapêutica).
O tipo de biópsia a efetuar depende do tipo de lesão, do tamanho e localização.

 

Quanto tempo demora o exame histológico a ficar pronto?

 

Em média, demora nove dias. Pode ser mais moroso se houver necessidade de usar técnicas complementares de diagnóstico.

 

Doar amostras para o Banco de Tecidos e Tumores do IPO Lisboa comporta algum risco para a minha saúde ou para o meu tratamento?

 

Não. A colheita segundo princípios éticos estabelecidos e aceites internacionalmente só é feita quando existe material suficiente, que não comprometa o diagnóstico. Em nenhum momento a saúde do doente é colocada em risco.
O tratamento e o acompanhamento médico de doentes que não autorizem a colheita de amostras para o Banco de Tecidos e Tumores não sofre qualquer alteração.

 

Como funciona o processo de colheita das amostras?

 

No bloco operatório, depois de se certificar que há material suficiente para o diagnóstico e estadiamento do tumor, o patologista colhe uma pequena amostra de tecido, que de outra forma seria dispensada. Esta é acondicionada num tubo que permite uma congelação rápida em azoto líquido, de modo a preservar o material, nomeadamente os ácidos nucleicos (DNA e RNA), que são muito instáveis e degradam-se facilmente. A amostra fica armazenada à temperatura constante de -180ºC.

 

Como posso autorizar a colheita e armazenamento de amostras?

 

Mediante a assinatura de um documento chamado «Termo de Consentimento Livre e Esclarecido», que é apresentado ao doente simultaneamente com os consentimentos informados para realização de cirurgia e de eventual transfusão de sangue.

 

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