O IPO nasceu do sonho e do trabalho de Francisco Gentil, médico cirurgião muito à frente do seu tempo, que em 1923 funda o Instituto Português para o Estudo do Cancro, vocacionado para a assistência a doentes oncológicos, investigação, estudo e tratamento da doença.

 

Por proposta do fundador, o Instituto ficou logo ligado Faculdade de Medicina de Lisboa – só 60 anos depois é que a União Internacional Contra o Cancro (UICC) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) consagrariam este modelo em que Portugal foi pioneiro e que permitiu juntar os grandes objetivos que presidiram à criação da instituição.

 

Francisco Gentil, nome indissociável da luta contra o cancro em Portugal, viria a dar, já depois da sua morte, nome ao Instituto que fundou. O médico percebeu muito cedo que o estudo do cancro e uma assistência cuidada, personalizada e de elevada qualidade aos doentes oncológicos implicava uma organização independente, uma enfermagem eficiente e um exigente nível científico.

O Instituto Português para o Estudo do Cancro, com sede provisória no Hospital de Santa Marta, em Lisboa, é criado em 29 de dezembro de 1923 (Decreto nº. 9333, Diário do Governo nº. 278,1ª Série). A Comissão Diretora era presidida por Francisco Gentil e integrava Mark Athias, Henrique Parreira, João Raposo de Magalhães e Francisco Bénard Guedes. O Instituto tinha personalidade jurídica própria, autonomia técnica e científica, e ficou na dependência do Ministério da Instrução Pública.

 

Para chefiar os serviços administrativos, Francisco Gentil foi buscar Mário Neves, a quem mais tarde sucedeu Joaquim Silveira Botelho. Ligado à Universidade de Lisboa, o Instituto tinha total autonomia administrativa e financeira, o que lhe permitia dispor livremente das suas receitas e tomar as iniciativas que julgasse necessárias ao seu funcionamento.

 

As obras de construção dos primeiros pavilhões só começaram em 1927, depois de adquiridos os terrenos (por preço simbólico) à Casa Cadaval. O Pavilhão A foi inaugurado em dezembro de 1927, com a instalação dos Serviços de Roentgenterapia, Diatermia e Dispensário – foi aqui que começou a atividade do que é hoje o IPO.

1923

1923

Criação do Instituto para o Estudo do Cancro, baseado nos mais avançados conhecimentos na área da oncologia. O Instituto ficou com ligação à universidade, com os grandes objetivos da investigação, ensino, assistência a doentes com cancro e organização da luta contra a doença em Portugal.
1925

1925

Francisco Gentil dá início à publicação do Arquivo de Patologia, para divulgar o material anátomo-clínico produzido na 1ª Clínica Cirúrgica do Hospital Escolar. Mais tarde, depois da inauguração do Pavilhão de Rádio, o Arquivo passou a publicar trabalhos de investigação e divulgação na área da oncologia: teses de doutoramento, muitas delas de futuros docentes da Faculdade de Medicina de Lisboa, e conferências dadas por cientistas estrangeiros que participavam nos cursos promovidos pelo IPO. Encerrou em 1974.
1927

1927

Inauguração do primeiro edifício – Pavilhão A, que albergava três serviços (roentgenterapia, diatermia e dispensário). Atualmente, neste local funciona o Serviço de Medicina Nuclear.
1929

1929

Inauguração do Pavilhão B (agora chamado David Lopes, nome de um benfeitor do Instituto), onde funcionavam as consultas gerais e especializadas (Ginecologia, Otorrinolaringologia, Urologia e Dermatologia) e mais tarde o Serviço Social. Foi neste pavilhão que se instalou a administração e toda a atividade funcional do Instituto, sob a chefia de João Sanguinetti, que era já administrador do Hospital Escolar. Ao Instituto chegavam cada vez mais doentes, vindos de todos os distritos de Portugal continental, das ilhas e das colónias.
1930

1930

O logotipo da instituição, já como Instituto Português de Oncologia, aparece pela primeira vez, na monografia A Luta Contra o Cancro, editada pelo Instituto Português para o Estudo do Cancro.
1931

1931

Francisco Gentil sabia que seria necessário mobilizar a sociedade civil para obter verbas para desenvolver o Instituto – as disponibilizadas pelo Estado eram manifestamente insuficientes – e promoveu o nascimento da Comissão de Iniciativa Particular de Luta Contra o Cancro, criada por Mécia Mouzinho de Albuquerque, condessa de Murça, que reuniu um grupo de colaboradoras com vontade de trabalhar a favor dos doentes oncológicos. Entre elas estavam Beatriz Magalhães Colaço, Maria da Paz Batalha e Maria Sant’Ana de Bénard Guedes. Foi o início da participação da comunidade na luta contra o cancro, com base no voluntariado e na solidariedade, e a génese da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
1933

1933

Inauguração do Pavilhão C, o «Pavilhão de Rádio», o primeiro a ser construído, a nível mundial, de acordo com as normas adotadas no II Congresso Internacional de Radiologia (Estocolmo, 1928) para proteção de doentes e técnicos contra as radiações.
1934

1934

Publicação do primeiro número do Boletim do Instituto Português de Oncologia, uma edição mensal dirigida a médicos e ao público em geral. Terminou em 1974 e teve como diretores o médico e escritor José Bacelar, o jornalista Herculano Nunes, o médico e escritor Fernando Namora, e a médica investigadora Maria Teresa Furtado Dias.
1938

1938

Realiza-se no IPO o ciclo de conferências com o tema «Primeira Série de Lições sobre o Cancro e o seu Tratamento», que se repetiu no ano seguinte.
1940

1940

Criação da Escola Técnica de Enfermeiras, fundamental para a reforma da formação da enfermagem em Portugal. Francisco Gentil sabia que para o tratamento do cancro era necessário pessoal altamente treinado e qualificado, com conhecimentos científicos e competências técnicas e humanas capazes de assegurar cuidados especializados aos doentes oncológicos. Financiada pelo Instituto e pela Fundação Rockefeller, a Escola tinha autonomia pedagógica, só aceitava raparigas em regime de residência e exigia como habilitação prévia o 2º ciclo do curso dos liceus (atual 9º ano). O curso tinha a duração de três anos, mais um de estágio. A primeira diretora da Escola foi a enfermeira Maria Angélica Lima Basto Hansen. A Escola Técnica de Enfermeiras passou a chamar-se Escola Superior de Enfermagem Francisco Gentil e, em 2007, foi integrada na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa.
1940

1940

1º Exposição de Propaganda da Luta Contra o Cancro – iniciativa do IPO realizada na delegação do Diário de Notícias, no Chiado, era uma mostra de gráficos, mapas, fotografias, radiografias, apontamentos, folhetos, cartazes destinados a informar o público sobre as formas de prevenir e tratar a doença. Calcula-se que tenha sido visitada por 15 mil pessoas.
1941

1941

Criação da Liga Portuguesa Contra o Cancro, resultado dos dez anos de atividade da Comissão de Iniciativa Particular de Luta Contra o Cancro. A primeira direção da Liga era constituída por Raposo de Magalhães (presidente), Francisco Bénard Guedes, Mário Neves e pelas quatro senhoras da extinta Comissão. Francisco Gentil foi nomeado primeiro sócio benemérito.
1943

1943

Constrói-se o Pavilhão D, destinado ao alojamento de doentes com cancro avançado, o que corresponde já a uma noção de cuidados paliativos e marca a preocupação com os aspetos sociais do cancro. Foi a primeira grande realização da Liga Portuguesa Contra o Cancro para o IPO. Na foto, visita do Presidente da República Óscar Carmona.
1944

1944

Inauguração do edifício onde passa a funcionar a Escola Técnica de Enfermeiras.
É instituído o Prémio Silva Pereira, destinado a promover estudos sobre cancro.
Realiza-se a primeira festa de Natal para os doentes do IPO.
Começa a publicação da Clínica Contemporânea – Revista de Medicina e Cirurgia, que se mantém até 1974, e na qual se destacam os trabalhos de Francisco Gentil e Fernando da Fonseca.
1948

1948

Inauguração do Bloco Hospitalar – atual Pavilhão Central -, dotado das melhores condições de assistência e trabalho para a época. Foi projetado pelo alemão Hermann Distel.
Jubilação de Francisco Gentil, que passou a dedicar-se ao Instituto a tempo inteiro.
Francisco Gentil cria o Serviço Social do IPO. Vocacionado para o atendimento de doentes carenciados, foi pioneiro em Portugal.
1950

1950

Inauguração do Serviço de Hemoterapia. Desde cedo o IPO criou condições para a recolha benévola de sangue, fundamental para o tratamento dos doentes.
1951

1951

Realiza-se em Lisboa, no IPO, a III conferência da União Internacional contra o Cancro, que na altura coordenava a investigação sobre a doença. Francisco Gentil foi nomeado membro de honra deste organismo.
1952

1952

Inauguração do Laboratório de Física da Comissão de Estudos de Energia Nuclear e criação do Serviço de Proteção contra as radiações.
1953

1953

Inauguração do Laboratório de Isótopos Abílio Lopes do Rego (nome do benfeitor), o primeiro do país. Com uma atividade intensa, físicos e médicos do IPO publicam diversos trabalhos que ainda hoje são referência. A atividade deste laboratório contribui para a desenvolvimento da Medicina Nuclear como especialidade independente.
1956

1956

Criado o Serviço de Visitação Domiciliária, com equipas que se dedicam em exclusivo à prestação de cuidados médicos e de enfermagem domiciliários e paliativos a doentes (e famílias) seguidos no IPO e residentes no concelho de Lisboa. Foi pioneiro no país e mantém até aos dias de hoje.
Criação da Consulta de Profilaxia, dedicada sobretudo aos rastreios dos cancros da mama e do útero, e que se foi depois alargando a outras especialidades.
1958

1958

Tem início o Curso para Auxiliares de Enfermagem. Tinha a duração de um ano e só admitia candidatas com o 1º ciclo do liceu concluído (atual 6ºano). Foi extinto em 1974.
1958

1958

Instalada a primeira Bomba de Cobalto da península ibérica no Pavilhão Jaime Thompson, atual Pavilhão de Radioterapia.
1960

1960

Nasce a Unidade de Oncologia Pediátrica no IPO, sob proposta do cirurgião António Gentil Martins, neto do fundador. É a mais antiga unidade multidisciplinar do mundo com pediatras médicos e cirúrgicos, com internamento e consulta externa, para tratamento do cancro pediátrico. Admitia crianças até aos 15 anos, ao contrário dos outros serviços pediátricos do país, onde só eram admitidas até aos 10 anos.
1960

1960

Criação do Serviço de Estatística (atividade hospitalar). Inspirado no modelo do Instituto Gustave Roussy, foi um serviço modelar e precursor do Registo Oncológico, criado em 1978.
1961

1961

Francisco Gentil sofre um acidente vascular cerebral, o que o obrigou a cessar a sua atividade como diretor, embora nominalmente mantivesse as funções. Foi substituído por Toscano Rico.
1961

1961

É inaugurado o Centro Anticanceroso de Coimbra (atual IPO de Coimbra), o primeiro de uma rede que se estenderá a outras regiões do país para assegurar o cumprimento da missão do Instituto.
1963

1963

Têm início as Semanas do Cancro, que duraram três anos, e foram depois substituídas pelas Semanas da Europa Contra o Cancro.
1964

1964

Criado o Serviço de Cirurgia Especial, destinado ao estudo e aplicação de novas técnicas de diagnóstico e tratamento do cancro.
1964

1964

A 13 de outubro morre Francisco Gentil, aos 86 anos, paladino e primeira autoridade da luta contra o cancro em Portugal. Usou o prestígio social e a influencia política para reunir os meios necessários para criar o IPO.
1965

1965

O nome de Francisco Gentil é dado ao Instituto, que passa a ter a designação de Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil. O seu busto em bronze é colocado no jardim fronteiro ao Bloco Hospitalar, como homenagem.
1965

1965

Bodas de Prata da Escola Técnica de Enfermeiras. Ao longo de 25 anos a escola formou mais de meio milhar de enfermeiras. A maioria exerceu a sua atividade profissional nos hospitais da cidade de Lisboa, outras desenvolveram atividade no estrangeiro, ocupando cargos de prestigio em organizações internacionais.
1966

1966

Inauguração do Serviço de Pediatria Oncológica (Médico-Cirúrgica), no 7º andar do edifício principal. É um serviço pioneiro em muitas vertentes e um dos primeiros da Europa a fomentar a presença permanente dos pais durante os períodos de internamento e tratamento.
Criação do Laboratório de Bioquímica.
1968

1968

Criação da Clínica de Tumores da Cabeça e Pescoço. Os doentes com este tipo de tumores sempre exigiram um cuidado especial e tratamento muito personalizado. Pela localização da doença, os tratamentos podem ser mutilantes e provocar dificuldades de comunicação, que conduzem à exclusão social. A reintegração dos doentes foi um dos focos do serviço, desde o inicio.
1970

1970

Instituído o prémio Prof. Fernando Fonseca, a ser atribuído de dois em dois anos ao melhor trabalho produzido no Instituto sobre aspetos médicos e experimentais no domínio da Oncologia.
1971

1971

Inauguração do Pavilhão de Medicina, que integra serviços como atendimento e internamento de doentes em tratamento médico, consultas, laboratórios e hospital de dia.
1972

1972

Inauguração do Laboratório de Virologia, uma realidade única no país à época, integrado por uma equipa multidisciplinar (médicos, veterinários, biólogos, técnicos de análises clínicas e de saúde pública).
1973

1973

Criação da Comissão de Farmácia. Para satisfazer as necessidades específicas do tratamento da doença oncológica, estudar a aquisição de novos medicamentos, estudar e definir normas para utilização de medicamentos especiais, elaborar um formulário terapêutico adaptado às necessidades do Instituto. Tudo de acordo com as melhores práticas e a dotação financeira do IPO.
1973

1973

Edição da Terapêutica Oncológica, um manual destinado a guiar os mais novos e a apoiar os mais experientes no tratamento médico da doença oncológica. Elaborado por Carmo Pereira.
Em dezembro, o IPO celebrou cinquenta anos. Destaque para a existência de Clinicas Oncológicas e intercambio científico com organismos congéneres no estrangeiro.
1974

1974

Inauguração do Centro Regional do Norte, atual IPO Porto. A criação de centros regionais foi um desígnio do fundador do IPO, desde a sua fundação.
Com a revolução do 25 de abril, a estrutura organizativa do IPO sofreu alterações e o Instituto passou a ser dirigido pela Comissão de Gestão, Coordenação e Reestruturação, eleita pelos trabalhadores.
1975

1975

Abertura do Lar de Doentes, em terrenos do IPO. O alojamento de doentes e acompanhantes que necessitavam de efetuar tratamentos prolongados e que residiam fora do de Lisboa foi desde sempre acautelado. O prédio, de nove andares, ainda hoje tem quatro pisos dedicados ao acolhimento de doentes e acompanhantes.
1977

1977

É instituída a autonomia administrativa, técnica e científica dos Centros do Porto e de Coimbra, que deixam de estar subordinados ao IPO Lisboa.
1978

1978

Comemoração do centenário do nascimento de Francisco Gentil, em fevereiro.
Criação da Consulta da Dor.
1979

1979

Criação do Gabinete de Educação e Investigação em Enfermagem, visando impulsionar a pesquisa em oncologia na área da enfermagem.
1983

1983

É criada a disciplina de Oncologia no curso de Medicina, e o primeiro catedrático da cadeira é José Conde, diretor do IPO Lisboa, que de há muito preconizava o ensino específico da oncologia na formação dos futuros médicos.
1984

1984

Criação do Laboratório de Bacteriologia.
1986

1986

Francisco Gentil Martins, neto do fundador, é nomeado diretor do IPO.
1987

1987

Criação da Unidade de Transplante de Medula, pela qual fica responsável Manuel Abecassis. Nestes 30 anos realizou cerca de dois mil transplantes.

O IPOFG deixa a tutela do Ministério da Educação e Cultura e passa para a tutela do Ministério da Saúde.

1989

1989

É criada uma Unidade de Cuidados Intensivos Polivalentes.
1989

1989

Criação da Unidade de Medicina Física e Reabilitação.
1992

1992

A Ordem dos Médicos reconhece a Oncologia Médica como especialidade autónoma e o Instituto passa a receber alunos do internato médico.
É publicada a Lei Orgânica do Instituto Português de Oncologia (decreto-lei nº 273/92), formalizando a sua integração no Serviço Nacional de Saúde e colocando os três IPO´s (Lisboa, Porto e Coimbra) ao nível dos outros hospitais públicos.
1998

1998

Comemorações dos 75 anos do IPO.
Têm início as consultas multidisciplinares, que incluem especialistas das diversas áreas da Oncologia.
2006

2006

Criação da Clinica de Risco Familiar para seguimento e aconselhamento de famílias com risco aumentado de desenvolverem determinados tipos de cancro hereditários. No IPO, a primeira consulta de risco familiar de cancro foi criada em 1994.
2007

2007

Criação da Consulta dos DUROS – «Doentes que Ultrapassaram a Realidade Oncológica com Sucesso». São pessoas que tiveram cancro na infância ou adolescência, que já completaram o tratamento há cinco anos e estão livres da doença. Continuam a ser acompanhadas na pediatria do IPO.
2007

2007

Criação da Clínica Multidisciplinar da Mama, onde as doentes são acompanhadas por médicos e profissionais de saúde das diversas especialidades envolvidas no diagnóstico, tratamento e reabilitação.
2008

2008

As sessões informativas «Viver com Cancro: Perguntas & Respostas» foram criadas para responder às necessidades de informação de doentes, famílias e público em geral.
2009

2009

IPO cria primeiro Banco de Tumores. Desde os anos 30 que o IPO arquiva amostras de tumores, mas só neste ano foi legislado o armazenamento de amostras de tecidos neoplásicos para estudo e investigação científica.
2011

2011

A qualidade dos serviços prestados pelo IPO Lisboa foi certificada pela Organization of European Cancer Institutes (OECI). Em 2017, a OECI renovou a acreditação do IPO como Clinical Cancer Center por mais cinco anos.
2011

2011

Construção de uma unidade de citotóxicos e renovação das instalações do Serviço Farmacêutico.
2012

2012

Inauguração da Unidade de Radiologia Mamária, totalmente renovada e reequipada com os aparelhos e tecnologias mais modernas nas áreas do diagnóstico e radiologia de intervenção mamária.
2013

2013

Comemoração dos 90 anos do IPO Lisboa. A data foi assinalada com a conferência «Importância da Investigação na Qualidade dos Cuidados aos Doentes com Cancro.»
2013

2013

Modernização e reapetrechamento tecnológico do Serviço de Medicina Nuclear.
2015

2015

IPO Lisboa agraciado com a Medalha de Serviços Distintos Grau Ouro do Ministério da Saúde.
2015

2015

A Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO) certificou o IPO como Centro Integrado de Oncologia e Cuidados Paliativos.
2017

2017

O IPO de Lisboa foi reconhecido oficialmente pelo Ministério da Saúde como Centro de Referência para as áreas da oncologia de adultos no tratamento dos cancros do esófago, testículo, reto e sarcomas das partes moles e para a oncologia pediátrica.
2018

2018

No últimos anos, o IPO pôs em marcha um plano de investimentos focado na modernização das instalações e aumento do conforto de doentes e profissionais, no reapetrechamento tecnológico dos serviços clínicos, nas tecnologias das saúde e nas novas tecnologias de informação e comunicação.

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