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Gabinete

Gabinete de Referenciação

Acesso-a-Cuidados-Gabinete Referencia

Localização: Pavilhão Administrativo, 1º piso
E-mail: garef@ipolisboa.min-saude.pt
Tel.: 217 200 499
Fax. 217 248 756

 

Para admissão em consulta médica ou tratamento no IPO Lisboa, os doentes devem ser referenciados ao Instituto pelo médico de família, via aplicação informática Consulta a Tempo e Horas (CTH), disponível nos centros de saúde.

 

A referenciação também pode ser feita para o Gabinete de Referenciação do IPO Lisboa, por médico assistente de instituição pública, privada ou social, através de e-mail, carta ou fax.

 

A admissão para consulta ou tratamento pode ainda ser efetuada diretamente pelos doentes, desde que tenham na sua posse informação clínica que fundamente o pedido.

 

Em todas as situações, a informação recebida é avaliada por médico triador e encaminhada para a respetiva especialidade, para reavaliação e decisão sobre a vinda, ou não, do doente ao IPO Lisboa.

 

A referenciação de doentes ao IPO Lisboa é feita sobretudo através dos centros de saúde e hospitais da sua área de influência (Área Metropolitana de Lisboa, Ribatejo, Alentejo, Algarve e regiões autónomas dos Açores e da Madeira).

 

Contudo, por força do grau de especialização e diferenciação dos profissionais de saúde, das técnicas e tecnologias disponíveis, são tratados no Instituto doentes de qualquer região do país com situações clínicas mais complexas.

 

O IPO também garante o princípio da livre escolha e circulação de doentes, de acordo com as regras vigentes no Serviço Nacional de Saúde e os tempos médios de espera.

 

Nos casos em que o IPO Lisboa não aceita tomar o doente a cargo, será enviada informação ao médico que referenciou o doente ou ao próprio (em caso de referenciação direta), com indicação da decisão de recusa, quais as razões e contactos profissionais para qualquer dúvida ou esclarecimento adicionais.

Por ser um hospital muito especializado e diferenciado, a admissão de doentes para consultas ou tratamentos no IPO Lisboa está sujeita a referenciação médica, com justificação de pedido de consulta; informação clínica detalhada (incluindo tratamentos efetuados, com indicação das doses e datas dos mesmos); cópia de relatórios de exames ou de meios complementares de diagnóstico relevantes; dados de identificação do utente e seus contactos.

 

Os pedidos de segunda opinião médica, devem ainda discriminar o plano terapêutico proposto ao doente e eventuais questões específicas que careçam de esclarecimento.

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