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Evolução e Desenvolvimento do Instituto (1927-1930)


1927

 

Em 1927, uma verba disponibilizada pelo Instituto de Seguros Sociais Obrigatórios permitiu a aquisição de um terreno de 7 hectares da Casa Cadaval, em Palhavã, que viria a acolher o IPO até à data presente.
A actividade do Instituto começou, em 29 de Dezembro desse ano, no chamado Pavilhão A, o primeiro a ser utilizado e cuja construção demorou apenas seis meses. Este momento marca o início de um período de intensa actividade científica reconhecida internacionalmente.


Pavilhão A
Pavilhão A

O Prof. Gentil, na altura Director do IPO, tinha em mente a criação de um Laboratório de Investigação de Isótopos para Aplicações Médicas como via de investigação com grande aplicação prática na Medicina Geral e particularmente na Oncologia, antecipando-se, com o génio e a visão demonstradas, a muitos outros a nível mundial. Um donativo de um doente, Abílio Lopes do Rego, possibilitou a concretização deste sonho, ao permitir equipar o Laboratório que ficou instalado no Pavilhão A e que desde essa altura passou a ter o nome do seu patrocinador.


O tempo avançou e as exigências técnicas impunham-se; o Laboratório cresceu. Foram feitas as adaptações indispensáveis às necessidades da medicina, por forma a acompanhar os progressos nessa área, o que até hoje sucede. Assim, de Laboratório de Isótopos passou, mais recentemente, a Serviço de Medicina Nuclear.
O desenvolvimento das suas actividades, implicaram o alargamento progressivo da sua capacidade instalada, e nesse processo ficaram bem patentes as preocupações sociais que acompanharam a construção das estruturas destinadas ao tratamento dos doentes oncológicos e algumas iniciativas pioneiras no país, que reflectem a visão alargada do seu fundador. Hoje o IPO é composto por 10 pavilhões.


Pavilhão B
Pavilhão B

1929

 

O segundo pavilhão a ser construído é o chamado Pavilhão B, que foi inaugurado a 29 de Dezembro de 1929, e destinava-se às "consultas gerais e especiais", nomeadamente das especialidades médicas de Dermatologia e Urologia.
Segundo alguns testemunhos recolhidos e de acordo com os escassos registos existentes, ao Pavilhão B foram dadas, desde a sua construção e até à presente data, várias ocupações e finalidades:

Desde a sua inauguração e até 1933, data em que entra em funcionamento o terceiro pavilhão do IPO, chamado Pavilhão C (ou Pavilhão de Rádio), funcionou ali a administração do Instituto, sob a direcção do Dr. João Sanguinetti
Ao que parece até finais dos anos 50, funcionavam ali os serviços administrativos ("secretaria") e algumas consultas, entre as quais continuava a de Dermatologia.

Com a inauguração do Pavilhão Central / Bloco Hospitalar, em 1948, os serviços administrativos passam para o novo local, ficando no Pavilhão B a funcionar algumas consultas.

No início dos anos 60, no Pavilhão B passam a funcionar dois serviços, sendo a área dividida sensivelmente a meio, e havendo duas entradas distintas: uma virada para a frente, e outra nas traseiras do Pavilhão. Na 1ª área funcionou, até 1976 – 77, o Serviço Social, que hoje se encontra no edifício do Lar de Doentes; na área situada na parte de trás do Pavilhão funciona até aos dias de hoje o Laboratório de Citologia.

A propósito deste Laboratório, lê-se na pág. 137 do livro "IPOFG - 75 anos" que "a introdução da Citologia, cuja dificuldade de aceitação como técnica de diagnóstico foi, de início, muito acentuada, veio dar origem a um Laboratório autónomo que reuniu jovens entusiastas e talentosos que vieram a seguir carreiras diversas em especialidades entretanto emergentes (Virologia, Microscopia Electrónica) entre outras. Em finais da década de 70, Dante Marques, com a colaboração de Carlos Moura de Carvalho viria a organizar, em bases modernas, a Citologia Clínica, introduzindo em Portugal técnicas inovadoras (modalidade aspirativa com agulha fina)".

Com a saída do Serviço Social para o Lar de Doentes, a metade do Pavilhão B virada para a parte da frente fica encerrada durante alguns anos, até que, por iniciativa do benemérito Comendador Fernando Santos e do então Director do Centro, Dr. Francisco Gentil Martins, fica acordado transformá-lo em área para Consultas de Profilaxia, através da doação de fundos da Fundação David Lopes, (padrinho entretanto falecido do comendador Santos e a quem este queria homenagear).
São realizadas obras de remodelação do espaço, (cuja estrutura persiste até aos dias de hoje), passando a designar-se como Pavilhão David Lopes. A 5 de Maio de 1986 reabrem as Consultas de Profilaxia. Por iniciativa do então Director Clínico, Dr. Luís Silveira Botelho, a Fundação autoriza também que seja transferida para este espaço a Consulta de Triagem / 1.ª vez. Progressivamente e por razões várias, as consultas do Pavilhão David Lopes vão tendo finalidades diferentes da profilaxia e da triagem iniciais, sendo hoje em dia uma parte do Pavilhão ocupada pela especialidade de Endocrinologia.


1930

 

A 6 de Fevereiro de 1930, com a Portaria 6641, foi aprovado o modelo do selo branco em que o Instituto Português para o Estudo do Cancro surge pela primeira vez com a designação de Instituto Português de Oncologia. É, então, definido oficialmente o símbolo identificativo do Instituto; o câncer trespassado pela espada, que simboliza a Luta Contra o Cancro.


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Sêlo Branco
Sêlo Branco

 
   

 
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