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Para minimizar o sofrimento dos doentes

12 10 2018



Numa altura em que ninguém falava em dor, o IPO criou a primeira consulta de dor no país. Foi em julho de 1978, três décadas antes de o tratamento da dor vir a ser reconhecido como direito humano. Para celebrar 40 anos ao serviço dos doentes, do ensino e da formação juntamos os mais destacados profissionais da área. Dia 12 de novembro, no anfiteatro do IPO. Consulte o programa e inscreva-se. 

Os 40 anos da Clínica de Dor do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPO Lisboa) são celebrados com uma jornada comemorativa que reúne os mais destacados profissionais de saúde no tratamento de dor. É no dia 12 de novembro, no anfiteatro do IPO e conta com a participação de José Luís Portela, um dos médicos fundadores da consulta. 

A consulta de dor do IPO foi pioneira no país e das primeiras a nível internacional. Foi criada em 1978, duas décadas antes de a dor ser confirmada como o quinto sinal vital e trinta anos antes de o tratamento da dor ter sido reconhecido como direto humano (Declaração de Montreal, 2010). Caracteriza-se, desde o inicio, pela multidisciplinaridade, beneficiando da estreita colaboração de profissionais de saúde de diferentes áreas, nomeadamente médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais. 

Cláudia Armada, anestesista e coordenadora da Clínica de Dor, diz que a «unidade nasceu e cresceu para praticar a melhor e a mais avançada medicina da dor e com um claro espírito de missão, que é minimizar o sofrimento dos doentes.»  Segundo esta responsável, a clínica tem tido capacidade para responder a um número crescente de pedidos internos, dos diferentes serviços do IPO.

Além do tratamento dos doentes que são referenciados pelos vários serviços do IPO, a equipa da Clínica de Dor está muito envolvida no ensino e na formação. Cláudia Armada diz que «tratar a dor não é, nem nunca deverá ser, um exclusivo das unidades de dor. Tratar a dor deve ser uma preocupação de todos os profissionais que cuidam de doentes. Afinal, alguma vez na vida, todos nós havemos de ser confrontados com dor e devemos estar preparados para a combater.»

Ao longo destes quarenta anos, os profissionais da Clínica de Dor deram formação pré e pós-graduada a centenas médicos das mais variadas especialidades, a enfermeiros e a psicólogos. E entre 2010 e 2012, no âmbito de uma parceria com a Unidade de Missão dos Cuidados Continuados Integrados e a Fundação Calouste Gulbenkian, a Clínica de Dor do IPO de Lisboa ministrou Formação Avançada em Dor Crónica, a nível nacional.

Para Cláudia Armada, na conferência de 12 de novembro, a Clínica de Dor do IPO «celebra o vanguardismo do passado, a resistência do presente e a ambição do futuro.»


Evento com entrada livre, mas sujeita a inscrição: clinicador40anos@ipolisboa.min-saude.pt

 

Consulte aqui o programa. 



 
   

 
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